"Quanto custa um site?" é uma das primeiras perguntas de quem decide ter um site novo. E a resposta mais comum, "depende", costuma irritar. Parece desculpa para não falar de preço.
Mas ela é honesta. Um site de três páginas com textos prontos e um site com uma página para cada serviço, textos escritos do zero e versão em inglês são projetos diferentes. Neste artigo, mostro do que o preço depende, para você entender os orçamentos que receber e comparar propostas com segurança.
Por que não existe preço único
O site é a ferramenta. O que define o trabalho é o que ele precisa resolver. Uma empresa que quer só ter um endereço para mandar aos clientes precisa de uma coisa. Uma empresa que quer aparecer no Google por vários serviços e receber pedidos de orçamento precisa de outra.
Por isso, desconfie de preço fechado antes de alguém entender o problema da sua empresa. Ou o escopo está sendo adivinhado, ou alguma coisa importante ficou de fora.
O que mais pesa no valor
Número de páginas
Cada serviço importante merece uma página própria, para que quem procura encontre a resposta e o Google entenda o que a empresa oferece. Cinco serviços pedem mais trabalho do que um.
Textos
Textos escritos a partir do posicionamento da empresa dão mais trabalho do que textos entregues prontos. Também costumam fazer mais diferença no resultado, porque é o texto que explica por que alguém deveria escolher você.
Material visual
Se a empresa já tem marca definida e fotos boas da operação, o projeto anda mais rápido. Se isso ainda precisa ser organizado, entra no escopo.
SEO além do básico
A estrutura básica para o Google (títulos, descrições, sitemap e velocidade) deveria vir em qualquer site profissional. Páginas por região ou por segmento atendido são trabalho a mais.
Integrações, idiomas e medição
Ligar o site a um CRM ou a formulários específicos, ter uma versão em outra língua e configurar a medição de visitas e contatos também mudam o valor.
O que perguntar antes de fechar
Duas propostas com preços muito diferentes quase sempre têm escopos diferentes. Antes de comparar o valor, compare as respostas:
- Quantas páginas estão incluídas?
- Quem escreve os textos?
- O site funciona bem no celular?
- Os títulos, as descrições e o sitemap estão incluídos?
- O domínio fica no nome de quem? Você recebe todos os acessos?
- A medição de visitas e de contatos está incluída?
- Quantas rodadas de ajuste estão previstas?
- Quais custos se repetem todo ano, como domínio e hospedagem?
Se uma proposta não responde a essas perguntas, peça que responda. Uma proposta clara evita surpresa no meio do projeto.
O custo que não aparece no orçamento
O site mais barato pode sair caro se não trouxer nenhum contato. Um site que fica no ar, mas não explica o que a empresa faz, não aparece no Google e não leva ninguém até o WhatsApp custa pouco para fazer e muito em oportunidade perdida.
A pergunta mais útil não é "quanto custa", e sim "quanto custa e o que ele vai resolver".
Como a Vortra faz
Primeiro entendemos o problema: o que o site precisa resolver, para quem e o que vem primeiro. Depois enviamos uma proposta fechada, com o que está incluído e o prazo, sem surpresa no meio do projeto.
Um site institucional da Vortra sai com a estrutura de páginas pensada para levar a visita até o contato, textos escritos a partir do posicionamento, estrutura para o Google, versão para celular, domínio, segurança e medição configurados, e todos os acessos na entrega, com o domínio no nome da sua empresa. Os detalhes estão na página de site institucional.
Se ainda não sabe o que o seu site precisa resolver, comece pelo diagnóstico gratuito: são oito perguntas, sem cadastro.